Sábado, 7 de Abril de 2012

"something bizarre internally, but appearing natural, human, and normal on the surface"

 

 

"The Vocabulary of my space-age hooligans could be a mixture of Russian and demotic English, seasoned with rhyming slang and the gypsy's bolo. The Russian suffix for -teen was nadsat, and that would be the name of the teenage dialect, spoken by drugi or droogs or friends of violence.

Russian loanwords fit better in to English than those from German, French , or Italian. English, anyway, is already a kind of melange of French and German. Russian has polysyllables like zhevotnoye for best. But it also has brevities like brat for brother. In the manner of Eastern Languages, Russian makes no distinction between leg and foot - noga for both, or hand and arm, which are alike ruka. This limitation would turn my horrible young narrator in to a clockwork toy with in articulate limbs. As there was much violence in the draft smouldering in my drawer, and there would be even more in the finished work, this strange new logo would act like a kind of mist half-hiding the mayhem and protecting the reader from his own baser instincts. And there was fine irony in the notion of a teenage race untouchable by politics, using totalitarian brutality as and end in itself, equipped with a dialect which drew on the two chief political languages of the age.

I ended up with a vocabulary of around 200 words. As the book was about brainwashing, it was appropriate that the text itself should be a brainwashing device. The reader would be brainwashed into learning minimal Russian. The novel was to be an exercise in linguistic programming, with the exoticisms gradually clarified by context: I would resist to the limit any publisher's demand that a glossary be provided. A glossary would disrupt the programming and nullify the brainwashing."


publicado por quaerendoinvenietis às 14:52
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Domingo, 15 de Janeiro de 2012

Sortudo por ter encontrado este senhor e este filme

 

Este filme é autoexplicativo na forma como não explica nada e não se oferece: expõe e com isso dá-nos tudo, tudo o que já é nosso e que encontramos aos poucos com a mesma luz com que o filme se deixa ver.

 

Menos é mais.

 

Vejam vocês!

 

 

 

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publicado por quaerendoinvenietis às 21:03
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Segunda-feira, 31 de Outubro de 2011

Filmes que eu podia só ouvir...

 

 

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publicado por quaerendoinvenietis às 10:46
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Eu gostaria de para sempre vaguear no universo de ideias dos outros, porque no deles encontro o meu.

 

 

 

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publicado por quaerendoinvenietis às 10:20
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Sábado, 1 de Outubro de 2011

Filmes que eu podia só ouvir...

 

 

 

 

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publicado por quaerendoinvenietis às 17:00
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Quarta-feira, 6 de Julho de 2011

Espero ansiosamente...

 
 
 
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publicado por quaerendoinvenietis às 12:37
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Terça-feira, 5 de Julho de 2011

Coisa mais linda!

 

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publicado por quaerendoinvenietis às 21:37
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Terça-feira, 28 de Junho de 2011

A mensagem

 

 

 

 

 (White Nights de Psychic TV)

 

Muitas vezes significamos uma mensagem através da imagem, ou da linguagem, ou da música - ou todas juntas.

 

A mensagem encerra em si a - sua própria - destruição usando sempre o que nos é mais próximo, agradável, fácil. Como nos é mostrado no filme Pontypool, a destruição é-nos trazida por "terms of endearment like sweetheart or honey".

 

Todos os dias, um pouco de cada vez, destruimos o que fomos para sermos o que somos. É esta contiguidade que torna a destruição familiar, próxima e feita de rotinas.

 

Há quem, motivado por este saber e mais qualquer coisa, faça passar esta ideia de que estamos sempre à beira do abismo, nós connosco e nós com os outros.

 

quem materialize esta ideia e dê total sentido à frase "o inferno são os outros" como que procurando transcender essa oposição num processo de síntese.

 

quem nos atraia o olhar ou o ouvido para algo familiar e agradável para logo nos deixar no mais negro dos lugares.

 

É uma chamada de atenção.

 


publicado por quaerendoinvenietis às 02:14
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